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  10/06/2021 14:13:10
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BRASILIA

CPI COVID - Senado marca depoimento do governador TO Mauro Carlesse, para 02 de julho

A convocação tinha sido aprovada no mês passado após um requerimento do senador Alessandro Vieira (Cidadania - SE). Mauro Carlesse deverá esclarecer os fatos investigados pela Polícia Federal na operação Operação Personale, que apurou o suposto superfaturamento na compra de máscaras no início da pandemia de coronavírus.

por Redação inf/Agencia Senado

Foto: Divulgação

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 no Senado Federal, marcou o depoimento do governador Mauro Carlesse (PSL) para o dia 2 de julho.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 no Senado Federal, marcou o depoimento do governador Mauro Carlesse (PSL) para o dia 2 de julho. 


A convocação tinha sido aprovada no mês passado após um requerimento do senador Alessandro Vieira (Cidadania - SE). O governador deverá esclarecer os fatos investigados pela Polícia Federal na operação Operação Personale, que apurou o suposto superfaturamento na compra de máscaras no início da pandemia de coronavírus.

cronograma de depoimento dos governadores convocados foi publicado pelo Senado Federal no Twitter nesta terça-feira (8).


NOTA 

A Secretaria de Estado da Comunicação afirmou nesta quarta-feira (9) que o governador Mauro Carlesse está tranquilo e não vê nenhum obstáculo na convocação.


VIDEO


Depois da convocação aprovada no Senado o governador chegou a divulgar um vídeo afirmando que o Tocantins "nunca enfrentou falta de material que pudesse atrapalhar a vida ou não atender a população". O estado também contestou os valores que a União diz ter repassado ao estado.


SAÚDE NO ESTADO

Apesar disso, pacientes morreram esperando UTI e ambulâncias para transferência entre hospitais estaduais. Também teve leitos Covid bloqueados por falta de pagamentos e denúncias de falta de EPIs em hospitais públicos.


OPERAÇÃO PERSONALE

Durante o depoimento o governador deverá explicar os fatos investigados durante as duas fases da operação Personale, realizadas em junho e dezembro do ano passado. Na época a Polícia Federal apurou suspeitas de superfaturamento em contratos para compra de máscaras N95 que seriam usadas pelos profissionais da saúde durante o enfrentamento à pandemia.


MASCARAS

Na primeira fase, a PF investigou a compra de 12 mil máscaras de duas empresas. O custo somado chegou R$ 420 mil, sendo que o governo chegou a pagar R$ 35 por unidade, mesmo tendo processo de licitação para comprar itens idênticos por valores entre R$ 1,93 e R$ 3,64.


MAIS CONTRATOS

Já na segunda fase da investigação, em dezembro do ano passado, foi investigado um terceiro contrato para a compra e 88 mil máscaras do mesmo modelo. Neste caso, o valor unitário foi de R$ 29,35, totalizando R$ 2.582.800,00.

Na época, o governo afirmou que as compras sem licitação foram feitas devido ao "iminente necessidade das Unidades Hospitalares" e que em “razão do sobrepreço, a própria gestão realizou a denúncia aos órgãos competentes, que embasaram as investigações da PF”.

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